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Postado em 28 de Fevereiro de 2025 às 16h12

Reforma Tributária impõe desafios para o agronegócio

Com a aprovação da Reforma Tributária por meio da Emenda Constitucional 132/23 e da Lei Complementar 214/25, o setor agropecuário precisará se adaptar a um novo modelo fiscal. Representando aproximadamente 22% do PIB brasileiro, de acordo com o Cepea/Esalq-USP, o agronegócio enfrentará mudanças com a substituição de tributos pelo IBS e pela CBS, exigindo ajustes na gestão tributária.

A transição, que ocorrerá até 2033, impõe a necessidade de planejamento para reduzir riscos financeiros e garantir conformidade com as novas regras. Um dos pontos de atenção é a continuidade de fundos estaduais, como Fundeinfra e Fethab, que podem impactar a competitividade ao elevar os custos. É essencial que as empresas analisem esses efeitos em suas operações, pois a adaptação ao novo cenário será determinante para minimizar impactos financeiros e assegurar o cumprimento das obrigações fiscais. Segundo ela, a manutenção desses fundos pode afetar diretamente a competitividade do setor, tornando indispensável que produtores e empresas avaliem estrategicamente seus reflexos sobre os custos operacionais.

Apesar dos desafios, a reforma também apresenta vantagens, como a simplificação do sistema e a manutenção da desoneração das exportações, fatores que podem fortalecer o agronegócio no mercado internacional. Com as primeiras mudanças previstas para 2025, a preparação antecipada, aliada a um planejamento estratégico sólido, será fundamental para uma transição bem-sucedida.

Se ressalta que o sucesso dessa transformação dependerá do equilíbrio entre simplificação e manutenção de condições favoráveis ao setor. Para estar bem informado e contar com o suporte adequado será essencial para enfrentar esse novo momento com segurança e eficiência.

 

Fonte de pesquisa: agrolink.com.br

 

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